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Set: Clique nas respectivas fotos e baixe direto para seu computador. As fotos estão com no mínimo 300 DPI. Abaixo das fotos você encontra links com a descriminação do conteúdo dos pacotes já prontos com informações atualizadas. Mais abaixo você pode ler matérias já publicadas sobre o DJ Incidental e ver vídeos de entrevistas.



Pacote 01 (Release + foto 01 + foto 02)


Pacote 02 (Release + foto 03 + foto 04)

Matérias publicadas

Sexta Freela: Tribuna do norte (Natal-RN) ;

A festa “Sexta Freela”, hoje, na Ribeira, pretende sintonizar sons potiguares e pernambucanos, em prol da diversão. A banda anfitriã, DuSouto, vai receber os olindenses do projeto Segunda Farra, pioneiros da criação de uma coletivo de festas e DJs com objetivo de fazer circular a música brasileira independente, chamado DNA – Discoteca Nacional. O projeto surgiu em novembro de 2007, e desde então vem acontecendo em diversos lugares do país. Os representantes do Segunda Farra serão o DJ Juniani Marzani, mais conhecido como DJ 440, e o DJ Incidental. Ele tem um trabalho de pesquisa e executa, desde 1997, música de vários estilos, dentre raridades e novidades da música mundial. Com foco na música brasileira, o residente 440 promove uma mistura de samba-rock, drum ‘n bossa, e música pernambucana em sintonia com raggamuffin, dancehall, funk e hip hop. Desse caldo musical, surgiu o que ele chama de “sambalogic”. O outro braço da picape será o discotecário Eudes Ciriano, mais conhecido por DJ Incidental. Músico profissional há mais de quinze anos, coloca boa parte das músicas que o influenciou em suas composições, disponíveis na pista por onde passa. Atualmente, fica horas pesquisando música balcânica e compositores de trilhas de filme policial. Gosta de pesquisar o que era tocado no final da década de 80, nos bailes suburbanos do Grande Recife. “Os sets de samba não faltam nunca, e vamos colocar algo de ragga nacional nesse próximo encontro e algumas tendências européias, africanas e até balcânica”, disse.

Correio Braziliense - Artes reunidas ;

O projeto Funfarra, que existe há um ano e meio em Brasília, tem a 62ª edição no Parque da Cidade. “A Funfarra é feita principalmente de músicas dançantes, independentemente do estilo. Vai da black music aos ritmos orientais”, explica Marcelo Barki, produtor do evento e um dos DJs residentes. Além de muita música boa, o projeto é conhecido por sempre trazer artistas plásticos que expõem trabalhos na festa. Nesta edição, Rodrigo Excesso apresenta uma mostra de fotografias impressas em forma de adesivo e Leandro Mello grafita ao vivo. Na pista de dança, as atrações são os DJs Barkis, Emi e Incidental, que toca pela primeira vez na festa. “Participei várias vezes do projeto Criolina, mas no Funfarra será minha estreia”, diz o DJ pernambucano. “Vou fazer um set ligado à música brasileira, talvez até toque um Luiz Gonzaga com músicas de quadrilha. Tudo vai depender da animação do público”, explica. Já se apresentaram na Funfarra pelo menos 20 bandas, 60 DJs e 130 artistas visuais e cênicos.

Baile Esquema Novo de aniversário ;

O Baile Esquema Novo completa dois anos em festa no dia 18 de julho a partir das 23 horas, na Boomerangue, onde surgiu. Criado por Greice Schneider e Marina Novelli em 2007, hoje comandado por Camilo Fróes e Luciano Matos, o DJ el Cabong. Será uma data de celebração - como sempre - mas com um sabor extra de conquista: 2 anos ininterruptos de casa cheia, alegria e rebolado, numa cidade como a nossa, é uma vitória. Comemoremos com um grande Baile! Para tanto, Camilo Fróes e El Cabong trazem a sempre querida DJ Novelli, do Rio de janeiro, o DJ Incidental de Pernambuco, o popular Zeca Forehead de Brotas e o DJ Jeferson Souza pela primeira vez no Baile. Uma noite para lembrar, sem hora para acabar. O ingresso fica a R$15.

As visitas primeiro: o inquieto Eudes Ciriano vem à Bahia se transformar no DJ Incidental. Articulador da Rede DNA - DISCOTECA NACIONAL, o produtor-DJ vem pela segunda vez ao Baile e está em turnê: daqui vai ao Distrito Federal, depois Goiás, então São Paulo e se a gasolina durar continua o passeio. Fã da malemolência traz um repertório sacudido pra dançar de dois, essencialmente pernambucano, mas não só, e pediu autorização pra tocar kuduro. Liberado! Seu mais recente projeto inclui a criação de material autoral que pode ser conferido no www.myspace.com/djincidental.(matéria continua)

Entrevistas